Banca de DEFESA: THAÍS NASCIMENTO SANTANA SANTOS

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : THAÍS NASCIMENTO SANTANA SANTOS
DATA : 18/12/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de defesa do ILUFBA
TÍTULO:

“É DESAFIO QUE SE FALA?” Estágio, tecnologias e aulas de língua portuguesa


PALAVRAS-CHAVES:

Tecnologias Digitais. Ensino de Língua. Estágio.


PÁGINAS: 200
RESUMO:

Este trabalho apresenta uma pesquisa que transita entre a universidade e a
escola de Educação Básica como locais de formação do aluno do curso de
Letras. Na Universidade do Estado da Bahia, Campus IV, de Jacobina, o curso
de Letras forma os futuros profissionais da área de Língua Portuguesa e, para
tanto, o componente curricular Estágio Supervisionado é obrigatório a todos os
discentes do curso. Foi nesse contexto que desenvolvemos um estudo cujo
objetivo foi identificar se e como os documentos oficiais do Curso de Letras da
UNEB – Jacobina orientam, fomentam e estimulam os estudantes em formação
a inserirem as Tecnologia Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) em
seu planejamento e em sua prática de ensino. No âmbito desse objetivo geral,
trouxemos como objetivos específicos: a) analisar a presença das TDIC no
planejamento e na prática pedagógica de estágio dos estudantes do curso de
Letras da UNEB - Jacobina; b) comparar o discurso e a prática pedagógica dos
estudantes da disciplina Estágio do curso de Letras da UNEB – Jacobina
quanto à importância do uso das TDIC no ensino de língua. A pesquisa se
concretizou a partir de ações metodológicas nas quais utilizamos instrumentos
de pesquisa híbridos, tais como: coleta de documentos (documentos
institucionais, plano de aula dos estagiários e textos reflexões sobre a prática
de ensino produzidos pelos estagiários), entrevista aberta, aplicação de
questionários, observações de aulas do estágio registradas em notas de
campo. Essa é, pois, uma pesquisa qualitativa que segue preceitos
interpretativistas e filiada ao campo da Linguística Aplicada. A base teórica que
orienta o olhar para este estudo centra-se na discussão sobre tecnologias
(CUPANI, 2011; FOUCAULT, 2004), cultura digital, (CANCLINE, 1996, 1998;
SANTAELLA, 2003, 2007), Letramentos e multiletramentos (KLEIMAN, 1995;
ROJO, 2009, 2011, 2012, 2013) e multimodalidade (QUINTANA, 2012) e
(QUINTANA, SOUZA & PEREIRA, 2015). Desse modo, este estudo nos
mostrou que do ponto de vista dos documentos regimentais, observam-se
poucas instruções que possam garantir um enfoque mais consistente relativos
às práticas formativas que incluem as tecnologias educacionais. E nas práticas
dos alunos, encontramos mais investimentos, mesmo considerando uma
formação que empreende pouco o trabalho com as tecnologias e contextos que
dificultam o uso dos instrumentos tecnológicos nas escolas de Ensino
Fundamental II, percebemos que os estagiários conseguem planejar e
desenvolver metodologias que avançam para além da perspectiva tradicional
do ensino de língua, no que diz respeito aos usos e produção dos novos
gêneros da cultura digital, enfrentando as limitações que advém da formação e
do contexto escolar.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1551106 - SIMONE BUENO BORGES DA SILVA
Externo ao Programa - 1857214 - JULIO NEVES PEREIRA
Externo ao Programa - 2522438 - SUZANE LIMA COSTA
Externo à Instituição - ANTENOR RITA GOMES - UNEB
Externo à Instituição - ANTONIO CARLOS XAVIER - UFPE
Notícia cadastrada em: 11/02/2020 10:00
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