Universidade Federal da Bahia Salvador, 14 de Maio de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (PPG-AU) (12.01.57.08)
Código: PARQ0002
Nome: T.E.A.U - ESPAÇO PÚBLICO COMO INTERSEÇÃO ENTRE ARTE, DESIGN, ARQUITETURA E CIDADE
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Módulo: 0
Ementa/Descrição: O curso propõe uma reflexão crítica e prospectiva sobre questões emergentes desde os anos 1960 até o presente nas relações entre desenvolvimento urbano, produção arquitetônica e práticas artísticas no espaço público. O que é espaço público? Que tipos de espaço público podemos identificar na cidade ocidental, sobretudo no sul global? Qual é o papel do espaço público na produção simbólica coletiva? Qual é o perfil da relação arte e cidade no Brasil? Que são e como operam os espaços públicos não convencionais? Como pensar o espaço público contemporâneo em tempos de hiperdigitalização, consumo e entretenimento ostensivos? Quais são os desafios da cena soteropolitana? A partir dessas questões, os objetivos do curso se dirigem a: 1) Revisar o conceito de espaço público tradicional, sua trajetória morfológica e política-cultural na cidade ocidental, e as novas espacialidades decorrentes de processos urbanos como decadência, obsolescência, substituição e reforma, com especial atenção às especificidades das cidades do sul global. 2) Promover uma ampla reflexão conceitual sobre as diferentes relações contemporâneas entre arte, arquitetura e cidade, questionando os alcances e fronteiras da esfera pública como âmbito de construção de sentidos e valores coletivos. 3) Mostrar um panorama abrangente das discussões e intervenções artísticas em espaços públicos em diferentes cidades considerando a complexidade do tema, desde a acepção da cidade como arte até as múltiplas possibilidades da obra de arte na cidade. 4) Interrogar o perfil dos espaços públicos das cidades brasileiras ante as demandas da contemporaneidade, o papel dos legados artísticos na paisagem urbana, da arte pública no projeto urbano, os alcances da institucionalização pública e os espaços públicos não convencionais, os impactos das interferências privadas e das intervenções efêmeras.
Referências: TEMA 1 - CONCEITUAÇÕES 1. ARENDT, Hannah. A Condição Humana. 10ªed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. 2. BENJAMIN, Walter. Passagens. Org. Willi Bolle. Trad. Irene Aror e Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo Horizonte: Editora UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009. (PDFs completo de Passagens e parcial de Exposés p.36 a 51) 3. BOURDIEU, Pierre. A Economia das Trocas Simbólicas. 5ªed. São Paulo: Perspectiva, 2003. 4. BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. 5. BULHÕES, Rebeca Daltro Ferrari; VIVEIROS E OLIVEIRA, Liana Silvia de; MOURAD, Laila Nazem. Espaços públicos. Ausências, presenças e digressões na pandemia do Coronavírus. In: Arquitextos, São Paulo, ano 22, n.258.06, Vitruvius, nov.2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/22.258/8322>. 6. FERRATER MORA, José. Dicionário de Filosofia. Texto preparado por Eduardo García Belsunce e Ezequiel Olaso – Trad. Antônio José Massano e Manuel Palmerim. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1978. 7. FOSTER, Hal. Pós-Crítica. In: Arte & Ensaios, v.25, n°25, 2013, p.166-175. 8. FRASER, Nancy. Iustitia Interrupta. Reflexiones Críticas desde la posición "postsocialista". Bogotá: Siglo del Hombre Editores, Universidad de los Andes, 1997. (PDF Cap. 3 – Pensando de nuevo la esfera pública) 9. HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984. 10. HOUAISS, Antônio. Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 11. JEUDY, Henri-Pierre. Espelhos das cidades. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2005. Cap. A cidade constelação de imagens, p.84-105. 12. LEFEBVRE, Henri. O Direito à Cidade. São Paulo: Editora Moraes, 1991. 13. LEFEBVRE, Henri. A produção do espaço. Trad. Doralice Barros Pereira e Sérgio Martins (do original: La production de l’espace. 4ème éd. Paris: Éditions Anthropos, 2000). Primeira versão: fev.2006. 14. MELO, Jonathan; VICTAL, Jane. Por uma arquitetura do lugar. In: Arquitextos, São Paulo, ano 24, n°280.03, Vitruvius, set.2023 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/24.280/8910>. 15. NORBERG-SCHULZ, Christian. O fenômeno do lugar (1976). In: NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica (1965–1995). São Paulo: Cosac Naify, 2006, p. 443-462. 16. RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Trad. Mônica Costa Netto. São Paulo: Ed. 34, 2005. 17. REIS-ALVES, Luiz Augusto dos. O conceito de lugar. In: Arquitextos, São Paulo, ano 8, n°087.10, Vitruvius, ago.2007 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.087/225>. 18. SANTOS Milton. A Natureza do Espaço. São Paulo: HUCITEC, 1996. 19. SENNETT, Richard. O declínio do homem público. 6ªreimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. TEMA 2 – ESPAÇO PUBLICO TRADICIONAL 1. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. Rio de Janeiro: Edições 70, 1990. 2. MARTI, Carlos. La construcción de los lugares públicos – Notas para uno etimologia de la forma urbana. dic.1999. 3. MONCLÚS FRAGA, Francisco Javier e OYON BAÑALES, José Luis. Elementos de composición urbana. Barcelona: Ediciones UPC, 2001. 4. ROSSI, Aldo. A arquitetura da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 5. SERPA, Angelo (org.). Fala periferia! Uma reflexão sobre a produção do espaço periférico metropolitano. Salvador: UFBA, 2001. 6. SERPA, Angelo. O Espaço Público na Cidade Contemporânea. São Paulo: Editora Contexto, 2007. 7. SOUSA, Gabriela Mara Batista de; VELOSO, Ana Carolina de Oliveira. O planejamento estratégico de espaços públicos como alternativa sustentável de desenvolvimento urbano. In: Arquitextos, São Paulo, ano 23, n.270.01, Vitruvius, nov. 2022 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/23.270/8646>. 8. VVAA. Autoridad del espacio público. Pasado, presente y futuro. México: Gobierno de la Ciudad de México, 2018. 9. VVAA. Calçadas: espaços públicos acessíveis ou barreiras arquitetônicas? Uma revisão sistemática. In: Arquitextos, São Paulo, ano 21, n. 248.02, Vitruvius, jan. 2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/21.248/7985>. 10. VVAA. La arquitectura del espacio público: formas del pasado, formas del presente. Catálogo de exposición. Andalucía: Junta de Andalucía, 1999. TEMA 3 – ESPAÇO PÚBLICO E ARTE 1. ADES, Dawn. Arte na América Latina. A Era Moderna 1820-1980. São Paulo: Cosac Naify, 1997. (PDF Cap. O Muralismo Mexicano) 2. AMADO, Guy. Arte Contemporânea – Glossário. In: Itaú Cultural, 2009. 3. CABRAL, Cláudia Piantá Costa. Arquitetura, Arte, Espaço Público: o projeto como reconstrução do lugar. In: Arqutexto 8, 2006, p.42-57. 4. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Unesp, 2017. 5. DELGADO, Manuel. Arte público y desolación urbana. In: II Jornadas sobre arte público, Centro Cultural Montehermoso, Gasteiz, 2007. Barcelona: Universitat de Barcelona, p.123-140 6. GUTIÉRREZ VIÑUALES, Rodrigo. Monumento conmemorativo y espacio público en Iberoamérica. Madrid: Cátedra, 2004. 7. MUÑOZ, Alejandra. Arte Urbana e os circuitos do Comércio. In: Revista Barril, edição 22, Salvador, fevereiro de 2021. 8. PALLAMIN, Vera. Arte Urbana. São Paulo: Anna Blume, 2000 9. SANTOS, Mayra Simone dos. O monumento. A arte e a arquitetura no espaço público. In: Arquitextos, São Paulo, ano 20, n.239.06, Vitruvius, abr. 2020 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/20.239/7676>. 10. VVAA. Modos de hacer - Arte crítico, esfera pública y acción directa. Salamanca: Universidad de Salamanca, 2001. 11. WISNIK, Guilherme. Dentro do nevoeiro – O futuro em suspensão. São Paulo: FAPESB/Ubu, 2018. (PDF parcial desde p.12) TEMA 4. ESPAÇO PÚBLICO NÃO CONVENCIONAL 4.1 – MUSEUS 1. BENNETT, Tony. The Birth of the Museum. New York: Routdlege, 1995. 2. BRAZ, Ivo André. O que exatamente torna os museus de hoje tão diferentes, tão atraentes? In: Midas 6, 2016. <https://journals.openedition.org/midas/952> 3. MASP. BOLETIM MASP 6. São Paulo: MASP, 2016. (PDF textos de Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi) 4. NUNES, Kamilla. Espaços autônomos de arte contemporânea. Rio de Janeiro: Editora Circuito, 2013. 5. O’DOHERTY, Brian. No interior do cubo branco: a ideologia do espaço da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 6. OLIVEIRA, Olivia. Os antimuseus e as antiescolas de Lina Bo Bardi e Paulo Freire. In: PEDROSA, Adriano. PROENÇA, Luiza (Org.). Concreto e cristal: o acervo do MASP nos cavaletes de Lina Bo Bardi. São Paulo: MASP, 2015, p. 81-91. 7. PROENÇA, Luiza. Lina Bo Bardi – Saber-viver nas ruinas. In: La Escuela, Ensayos, 20/10/2021. <https://laescuela.art/es/campus/library/essays/lina-bo-bardi-saber-viver-nas-ruinas-pt> 8. STANISZEWSKI, Mary Anne. The Power of Display: A History of Exhibition Installations at the Museum of Modern Art. Cambridge-MA: MIT Press, 1998 4.2 - CRÍTICA INSTITUCIONAL 1. BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas I - Magia e Técnica, Arte e Política / Ensaios sobre Literatura e História da Cultura. 7ª ed. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Editora Brasiliense, 1996. 2. DEUTSCHE, Rosalyn. Evictions: art and spatial politics. Cambridge-MA/London: MIT Press, 1996. 3. FRASER, Andrea. Da crítica às instituições a uma instituição da crítica. In: Concinnitas ano 9, vol.2, n°13, dez.2008, p.178-187. 4. MOMBAÇA, Jota. A plantação cognitiva. In: MASP Afterall #9, São Paulo, MASP, 2020. 5. MSTC – Movimento Sem Teto do Centro. Moradia como prática de cidadania. São Paulo: 2020 (?). 6. RAMOS, João Maurício Santana. Arte de rua como micro resistência à espetacularização do espaço público no Rio Vermelho, Salvador BA. In: Arquitextos, São Paulo, ano 22, n.255.08, Vitruvius, ago.2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/22.255/8233>. 7. ROLNIK, Suely. Esferas da insurreição - Notas para uma vida não cafetinada. São Paulo: Edições N-1, 2018. (PDF versão em espanhol: Esferas de la insurrección. 1ª ed. Buenos Aires: Tinta Limón, 2019) 4.3 - NÃO-LUGARES E VAZIOS URBANOS 1. AUGÉ, Marc. Não-lugares. Introdução a uma antropologia da supermodernidade. São Paulo: Papirus Editora, 1994. 2. DE SOLÁ-MORALES, Ignasi. Terrain vague. In: Ignasí de Solà-Morales, Territorios. Barcelona: Gustavo Gili, 1995. p.181-193. (PDF Cuadernos de Arquitectura, Lima, 2020). 3. HAESBAERT, Rogério. Des-territorialização e identidade. Niterói: EDUFF, 1997. 4. KOOLHAAS, Rem. Espaço lixo. In: Rem Koolhaas, Três textos sobre a cidade. Trad. Luis Santiago Baptista. São Paulo: GG Brasil, 2014. p.67-111. 5. MENDONÇA, Adalton da Motta. Vazios e ruínas industriais. Ensaio sobre friches urbaines. In: Arquitextos, São Paulo, ano 02, n.014.06, Vitruvius, jul.2001 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/02.014/869>. 6. SARLO, Beatriz. A cidade vista: mercadoria e cultura urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. 7. SOUZA, Rafael Ferreira de. Lugares abandonados: decadência urbana e desolação na cidade. In: Tríade (online), III Encontro de Semiótica do Projeto, Juiz de Fora/MG, 2019. p.135-150. 8. VIRILIO, Paul. O espaço crítico. São Paulo: Editora 34, 2014. 4.4 – ARTISTAS E OBRAS 1. ARCHER, Michael. Arte contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2005. 2. BROODTHAERS, Marcel. Museu de Arte Moderna – Departamento da Águias (1968). Trad. Keila Kern, Walter Menon, Bella Kern e Fabio Morais (participação especial). In: KERN, Keila. Tese de Doutorado, PPGAV/USP, São Paulo, 2014. 3. CAVALHEIRO, Maria Helena. Debater a cidade: obras de Hector Zamora. In: Anais do III Seminário Estética e crítica de arte: As artes entre urgência e inoperância, 04 a 06/09/2017. Org.: Artur Kon. São Paulo: FFLCH/USP, 2017. p.412-421. 4. CAYSES, Julia Buenaventura Valencia de. Propriedades sem bens – Dos lotes de Gordon Matta-Clark às manifestações de Fêlix Gonzalez-Torres. Tese de Doutorado. São Paulo: FAU-USP, 2014. 5. CLARK, Lygia Clark e OITICICA, Hélio. Cartas, 1964-74. Org. Luciano Figueiredo. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998. 6. DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1998. (PDF E-book Projeto Periferia) 7. JACQUES, Paola Berenstein. Estética da ginga – Arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2001. 8. JACQUES, Paola Berenstein. Apologia da deriva - Escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003. 9. JONZE, Tim. Como fizemos The Weather Project de Olafur Eliasson - Entrevista. In: The Guardian, 02/10/2018. 10. JUNQUEIRA, Fernanda. Sobre o conceito de instalação. In: Gávea, vol.14, n°14, set.1996. p.551-569. 11. KRAUSS, Rosalind. A escultura no campo ampliado (1979). In: Arte & Ensaios, v.17, n°17, 2008, p.128-137 (reedição da tradução publicada na revista Gávea da PUC-Rio, n°1, 1984, p.87-93) 12. KWON, Miwon. Um lugar após o outro: anotações sobre site-specificity. In: Arte & Ensaios, v.17, n°17, 2008, p.167-187. 13. LEAL, André. Desvios do espetáculo no ambiente urbano: a arte contemporânea entre a ética e a estética. In: Anais do III Seminário Estética e crítica de arte: As artes entre urgência e inoperância, 04 a 06/09/2017. Org.: Artur Kon. São Paulo: FFLCH/USP, 2017. p.67-78. 14. MACHADO, Tiago. A arte a partir do seu lugar: o trabalho in situ de Daniel Buren e os espaços expositivos nos anos 1970. Arte & Ensaios, v.27, n°42, jul./dez.2021, p.188-209. 15. OITICICA, Helio. Aspiro ao grande labirinto. Textos de 1954 a 1969, selecionados por Luciano Figueiredo, Lygia Pape e Waly Salomão. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. 16. O´NEILL, Elena. Ideias-em-forma: intervenções de Gordon Matta-Clark. In: Arte & Ensaios, v.17, n°17, 2008, p.94-103. 17. RAMOS, Gabriel Teixeira. Cartografias como processos de narração/visibilização de experiências urbanas latino-americana. In: Anais do III Seminário Estética e crítica de arte: As artes entre urgência e inoperância, 04 a 06/09/2017. Org.: Artur Kon. São Paulo: FFLCH/USP, 2017. p.235-250. 18. RODRIGUES, Antonio. Performances urbanas: a forma artística das intervenções urbanas. In: Anais do III Seminário Estética e crítica de arte: As artes entre urgência e inoperância, 04 a 06/09/2017. Org.: Artur Kon. São Paulo: FFLCH/USP, 2017. p.90-100. 19. SENIE, Harriet F. A polêmica em torno de Tilted Arc: um precedente perigoso? In: Arte & Ensaios, v.17, n°17, 2008, p.148-165. 20. SITAC - Segundo Simposio Internacional de Teoría sobre Arte Contemporáneo. Arte y ciudad: estéticas urbanas - espacios públicos - ¿políticas para el arte público? 23 a 25/01/2003, Ciudad de México, 2003. 21. INTERNACIONAL SITUACIONISTA. Antologia. Lisboa: Antígona, 1997. 22. INTERNACIO NAL SITUACIONISTA. Situacionista: teoria e prática da revolução. Trad. Francis Wuillaume e Leo Vinicius. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2002. Coleção Baderna. 23. VVAA. 8ª Bienal do Mercosul: ensaios de geopoética - Catálogo. coord. Alexandre Dias Ramos; curador geral José Roca; colab. Alexia Tala, Aracy Amaral, Cauê Alves, Fernanda Albuquerque, Pablo Helguera, Paola Santoscoy. Porto Alegre: Fundação Bienal do Mercosul, 2011. 24. VISCONTI, Jacopo Crivelli. Héctor Zamora: Dinâmica não linear. Cur. Jacopo Crivelli Visconti. São Paulo: Base7 Projetos Culturais, 2016. 25. WISNIK, Gulherme. Arquitetura arruinada. Crítica da exposição de Gordon Matta&#8209;Clark. Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM&#8209;SP), fev./abr.2010. TEMA 5. ESPAÇO PÚBLICO E INTERNET 1. BEIGUELMAN, Giselle. Redes reais: arte e ativismo na era da vigilância compartilhada. In: Rapsódia (USP), v.12, 2018, p.65-78. 2. BEIGUELMAN, Giselle. Políticas da imagem – Vigilância e existência na dadosfera. São Paulo: Ubu, 2021. 3. BEIGUELMAN, Giselle. Máquinas Companheiras. In: Morel 1.7, 2023, p.75-85. <https://www.academia.edu/99415226/M%C3%A1quinas_companheiras> 4. BEIGUELMAN, Giselle. Estéticas de la memoria en el siglo 21: políticas del olvido en el espacio público y mediático - Masterclass. Buenos Aires: Centro Cultural Kirchner, 05/05/2018. <https://www.academia.edu/37848848/Est%C3%A9ticas_de_la_memoria_en_el_siglo_21_pol%C3%ADticas_del_olvido_en_el_espacio_p%C3%BAblico_y_medi%C3%A1tico> 5. EISENMAN, Peter. Visões que se desdobram: a arquitetura na era da mídia eletrônica. In: NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica (1965–1995). São Paulo: Cosac Naify, 2006. Capitulo 14, p. 599-609. 6. VVAA. Mediações, tecnologia e espaço público: panorama crítico da arte em mídias móveis. Org.: Lucas Bambozzi, Marcus Bastos e Rodrigo Minelli. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2009.

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