Universidade Federal da Bahia Salvador, 15 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PGEDU) (12.01.66.09)
Código: PGEDU000000160
Nome: TEE - LÍNGUA(GEM), RACISMO E EDUCAÇÃO
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Módulo: 30
Ementa/Descrição: Relações entre língua(gem), racismo e educação. Implicações do racismo nas políticas linguísticas no campo educacional. Aproximações entre língua(gem), linguicídio e educação. Efeitos do racismo nos índices de alfabetização. Abordagens entre língua(gem) e racismo em materiais didáticos. Confluências entre educação antirracista e língua(gem). Convergências entre letramentos de reexistência e pretuguês.
Referências: 1. CARNEIRO, Sueli. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não-ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar, 2023. 2. FANON, Frantz. O negro e a linguagem. in Fanon, Frantz. Pele negra, máscaras brancas; tradução de Renato da Silveira. - Salvador: EDUFBA, 2008. 3. GONZÁLEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In GONZÁLEZ, Lélia. Por um feminism afrolatinoamericano: ensaios intervenções e diálogos. Organização: Flávia Rios e Márcia Lima. 1. Ed. Rio de Janeiro, 2020. 4. NASCIMENTO, Gabriel. Racismo linguístico: os subterrâneos da linguagem e do racismo. 1. ed. Belo Horizonte: Letramento Editorial, 2019. v. 1. 5. SOUZA, Ana Lúcia Silva Souza. Letramentos de reexistência: poesia, grafite, música, dança: hip hop. 1. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. v. 1. 6. BARZOTTO, Valdir Heitor e SOUZA, Sheila Perina de. When death meets languages, they remain alive. Revista del CESLA. International Latin American Studies Review, v. 30, p. 177-188, 2022. Tradução. Disponível em: https://doi.org/10.36551/2081-1160.2022.30.177-188. Acesso em: 25 mar. 2024. 7. CASTRO, Yeda Pessoa. Camões com dendê: o português do Brasil e os falares afro-brasileiros. Rio de Janeiro: RJ: Topbooks Editora, 2022. 8. GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. Rio de Janeiro. Editora Record, 2006. 9. HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução: Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Editora Martins Fontes. 2017. 10. LOPES, Nei. Bantos, malês e identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.. 11. MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona, 2017. 12. SILVA, Ana Célia da. Desconstruindo a discriminação do negro no livro didático. 2. ed. Salvador: EDUFBA, 2010. SEVERO, Cristine G.; MAKONI, Sinfree. Políticas linguísticas Brasil-África: por uma perspectiva crítica. (Coleção Linguística). Vol.5, Florianópolis: Insular, 2014.

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