| Ementa/Descrição: |
Abordagem crítico-propositivo-experimental voltada à compreensão das imagens, inclusive nos campos de arquitetura e urbanismo, como produção do espaço e como prática de poder. Geopolítica da imagem e colonialidade do ver: análise espacial de discursos imagéticos sobre o Outro geo-historicamente produzidos mediante diferentes imagens de territórios, lugares e paisagens. Mapas, saber e poder. Diagramas, geogramas, e cartografias alternativas. Arquitetura, urbanismo, reprodutibilidade técnica e imagens. Arquitetura e projeto como narrativas gráficas. Transmidialidades, transescalaridades e translinguagens. Proposição e experimentação com imagens e cartografias. |
| Referências: |
ARANTES, P. F. Arquitetura na era digital-financeira: desenho, canteiro e renda da forma. São Paulo: Editora 34, 2012.
BARRIENDOS, J. A colonialidade do ver: rumo a um novo diálogo visual interepistêmico. Epistemologias do Sul, v. 3, n. 1, p. 38-56, 2019.
BERQUE, A. Geogramas, por uma ontologia dos fatos geográficos. Geograficidade, v. 2, n. 1, p. 4-12, 2012.
CAÚLA, A. Trilogia das utopias urbanas. Salvador: Edufba, 2019.
HARLEY, J. B. La nueva naturaleza de los mapas: ensayos sobre la historia de la cartografía. México: Fondo de cultura económica, 2005.
NAME, L. Geografia pop: o cinema e o Outro. Rio de Janeiro: Apicuri/PUC-Rio, 2013.
ROCHA, O.G. Narrativas cartográficas contemporâneas nos enredos da colonialidade do poder. Dissertação (Mestrado em Geografia) Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2015.
SILVA, A. M. O conceito de diagrama na interface da arquitetura: a emergência da abordagem diagramática na produção contemporânea. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2015. |